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André BotigelliMicrofisioterapiaAgendar consulta
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Fisioterapeuta Integrativo
Especialista em Microfisioterapia

Cada corpo carrega
uma história.

O toque é apenas o começo
para compreendê-la.

André Botigelli, fisioterapeuta especialista em Microfisioterapia

O corpo comunica.O toque acessa.A experiência interpreta.

+15 anos
de experiência
+17 mil
atendimentos

01 / O OLHAR

O sintoma pode ter um nome.A história por trás dele, não.

Algumas pessoas chegam depois de exames, medicamentos, terapias e diferentes tentativas de tratamento. Outras chegam pela primeira vez, movidas pela confiança de uma indicação.

Em ambos os casos, meu ponto de partida não é apenas o nome do sintoma. É a pessoa.

Quero entender o que ela sente, o que já viveu, o que já tentou, quando tentou, o que mudou e quais relações podem existir entre sua história e a forma como seu corpo responde.

Duas pessoas podem chegar com a mesma queixa e apresentar mecanismos completamente diferentes. Da mesma forma, sintomas diferentes podem revelar padrões semelhantes.

Por isso, nenhuma consulta é exatamente igual à outra.

Cada pessoa temum mecanismo.

Mãos de André durante a aplicação da técnica em atendimento

02 / O TOQUE

O toque encontra.A experiência interpreta.

Eu aprendi a técnica. A experiência me ensinou a perceber o corpo através dela.

Com o tempo, aquilo que no início exigia atenção e questionamento ganhou naturalidade. Minha percepção foi sendo construída consulta após consulta, corpo após corpo, até se tornar parte da maneira como conduzo cada atendimento.

Durante a consulta, utilizo um toque leve em diferentes pontos do corpo. Em alguns deles, percebo fluidez. Em outros, uma resistência entre minhas mãos, mesmo que aquele ponto não corresponda ao local onde a pessoa sente o sintoma.

Dentro da abordagem que utilizo, essas respostas são interpretadas como bloqueios ou “cicatrizes celulares”. A partir delas, continuo pelo corpo, identificando novas respostas e conduzindo a consulta de acordo com aquilo que encontro naquela pessoa.

Principalmente na primeira consulta, gosto de explicar o que estou percebendo. Quero que a pessoa entenda o que estou fazendo, acompanhe o processo e se sinta segura. Com o tempo, cada pessoa encontra sua própria forma de viver a consulta: algumas querem compreender cada percepção; outras simplesmente confiam e me deixam conduzir.

A técnica pode ser ensinada.A forma de perceber, não.

03 / O QUE O CORPO EXPRESSA

Nem sempre aquilo que incomodacomeça onde aparece.

Costumo explicar isso aos meus pacientes de uma maneira simples.

Imagine que dentro do nosso corpo existem vários copos.

Cada um deles representa algo que carregamos: medos, inseguranças, preocupações, frustrações e outras experiências ou sentimentos que podem nos afetar.

Quando alguma coisa acontece, é como se uma nova gota fosse acrescentada a um desses copos. Algumas situações acrescentam pouco. Outras, muito. E, pouco a pouco, determinados copos vão ficando cada vez mais cheios.

Até que chega um momento em que um deles transborda.

É dessa forma que explico como compreendo muitas questões que chegam até mim.

Nem sempre aquilo que aparece hoje começou hoje.

Às vezes, o que estamos vendo é apenas o ponto em que aquele acúmulo encontrou uma forma de se expressar.

No fim, todos procuram algo parecido:sentir-se bem e seguir a vida.

O que muda é aquilo que está no caminho.

Para algumas pessoas, é uma dor ou um desconforto físico. Para outras, são dificuldades com o sono, agitação, medos, inseguranças ou questões emocionais. Às vezes é algo que se repete na vida, nas relações, nos estudos ou na maneira como a pessoa reage a determinadas situações.

Há também quem chegue depois de já ter tentado diferentes caminhos. Encontrou melhora por algum tempo, mas aquilo voltou. Ou alguma coisa continuou sem fazer sentido.

O que trouxe aquela pessoa até mim é importante. Mas, para compreender o que ela sente, preciso olhar além do sintoma.

Porque, independentemente de onde o incômodo aparece, meu interesse é compreender aquela pessoa e o que pode estar relacionado à maneira como seu corpo responde.

A vida continua acontecendo. Novas experiências e sentimentos continuarão fazendo parte dela. Por isso, não penso nesse processo como uma tentativa de impedir que novas gotas apareçam.

Dentro da maneira como trabalho, busco compreender esses acúmulos e trabalhar aquilo que identifico em cada pessoa, respeitando sua história e a forma como seu corpo responde.

Não é sobre impedir novas gotas.É sobre criar espaço novamente.

04 / A CONSULTA

A consulta começaantes do primeiro toque.

Quando vou chamar alguém na recepção, o atendimento, para mim, já começou.

A maneira de falar, os gestos, a ansiedade, a preocupação, aquilo que a pessoa conta espontaneamente e até a forma como se relaciona comigo naquele primeiro contato podem me mostrar muito.

André sentado e inclinado para a frente durante uma conversa no consultório

Cada detalhe importa.

Já no consultório, deixo a conversa acontecer naturalmente. Cada pessoa se comunica de uma forma e, por isso, a maneira como conduzo esse primeiro momento também muda.

Algumas pessoas precisam falar mais. Contam o que sentem, o que já tentaram, o que mudou e o que está acontecendo em suas vidas. Outras são mais reservadas e dizem apenas o necessário.

Não existe um roteiro para a consulta.Existe uma pessoa diante de mim.

Enquanto escuto, observo e converso, meu raciocínio já começou. Procuro estabelecer relações entre aquilo que a pessoa me conta e a forma como compreendo aquele caso.

Quando ela se deita na maca, muitas vezes já tenho uma direção inicial. A partir do primeiro toque, as respostas que percebo através das mãos passam a orientar os próximos passos.

Por isso, não sigo uma sequência pronta. Cada consulta vai sendo construída a partir daquela pessoa e daquilo que encontro durante o atendimento.

Você não precisa sentirpara que eu possa perceber.

Durante o toque, algumas pessoas relatam sensações ou reações diferentes: frio, calor, pequenos movimentos, vontade de tossir, espirrar ou simplesmente uma sensação de relaxamento. Outras não percebem absolutamente nada.

E tudo bem.

A consulta não depende daquilo que a pessoa consegue sentir. Minha condução acontece principalmente a partir das respostas que percebo através das mãos.

Principalmente na primeira consulta, gosto de explicar o que estou fazendo e o que estou percebendo. Algumas pessoas querem acompanhar cada detalhe. Outras preferem apenas relaxar e me deixar conduzir.

Ao longo do atendimento, vou percebendo mudanças naquilo que encontro através do toque. Quando minhas mãos passam a encontrar mais fluidez, entendo que chegamos ao ponto de encerrar o trabalho daquele dia.

Depois, conversamos novamente. Explico o que considero importante e faço as orientações que podem fazer parte da continuidade daquele processo.

O próximo encontro tambémnão segue uma receita de bolo.

O intervalo entre as consultas é individual. Observo como aquela pessoa respondeu, o que mudou desde a última vez e como o caso está evoluindo.

Conforme essa evolução, os encontros podem ficar cada vez mais espaçados.

Meu objetivo não é fazer com que alguém precise de mim para sempre. Quero que chegue o momento em que aquela pessoa possa receber alta e seguir a vida sem precisar voltar constantemente.

Depois disso, quando fizer sentido, podemos manter acompanhamentos mais espaçados.

O melhor atendimento não é aquele que se prolonga.É aquele que sabe quando pode terminar.

05 / SOBRE MIM

Antes da experiência,existiu a dúvida.

No início da minha carreira, eu já tinha tido bastante contato com diferentes situações relacionadas às dores físicas. Comecei a estagiar ainda durante a faculdade, aprendia rápido e gostava do que fazia, mas sentia que ainda faltava alguma coisa na maneira como eu queria trabalhar.

Depois da graduação, fui buscar uma pós-graduação em Terapia Manual e Postural.

Foi durante essa formação que conheci a Microfisioterapia.

Meu primeiro contato foi relativamente superficial, mas suficiente para despertar uma curiosidade muito grande. Na época, era uma abordagem ainda pouco conhecida e havia ali uma maneira diferente de olhar para o corpo que eu queria compreender melhor.

Foi então que busquei uma formação específica em Microfisioterapia, em Londrina.

A formação era intensa. Dias inteiros de estudo, das oito da manhã às oito da noite, com muita teoria e uma quantidade enorme de informações novas. No começo, confesso que nem tudo fazia sentido para mim.

Até chegar à prática.

Foi ali que comecei a perceber que havia encontrado algo com o qual tinha uma facilidade diferente.

Depois daquele primeiro módulo, teríamos alguns meses para colocar o que havíamos aprendido em prática antes de retornar para a continuação da formação.

E foi durante esse período que tudo realmente começou para mim.

Minha primeira pacientetinha 82 anos.

Naquela época, eu atendia em uma sala bem pequena que alugava dentro de uma clínica. Em outros dias da semana, trabalhava dando aulas de Pilates em outro lugar.

Ela chegou até mim com uma dor na perna.

Eu já tinha alguma experiência com dores físicas e, pela idade, pela queixa e por tudo o que havia aprendido até aquele momento, esse foi naturalmente o primeiro caminho do meu raciocínio.

Mas eu tinha acabado de aprender uma técnica nova.

E pensei: vou tentar a Microfisioterapia.

Minha apostila ficou aberta no meu colo durante praticamente todo aquele atendimento.

Eu seguia página após página, procurando os pontos e tentando compreender aquilo que minhas mãos encontravam. E, junto com cada passo, vinham as dúvidas naturais de quem estava começando:

Será que estou no ponto certo?

Será que realmente estou percebendo alguma coisa?

Ou será que é coisa da minha cabeça?

A técnica eu havia aprendido.A percepção ainda estava começando.

Cerca de cinco dias depois, aquela paciente entrou em contato com a clínica relatando que a dor havia desaparecido.

Eu também fiquei impressionado.

Depois dela veio uma vizinha. Depois uma amiga. Vieram as filhas, as netas. E as primeiras indicações começaram a acontecer.

Quando retornei para a continuação da formação, já não estava voltando apenas com aquilo que havia estudado.

Eu estava voltando com aquilo que havia vivido no consultório.

Continuei me aprofundando na Microfisioterapia e, posteriormente, fiz também um módulo avançado em Curitiba.

Mas foi atendendo que minha percepção realmente começou a ser construída.

Consulta após consulta.Pessoa após pessoa.

O crescimento não aconteceude uma vez.

No começo, eu atendia duas, às vezes três pessoas por semana.

E mesmo tão poucos atendimentos eram suficientes para que eu terminasse a semana mentalmente exausto.

As pessoas não chegavam até mim porque estavam bem. Chegavam com dores, preocupações, medos, histórias e querendo encontrar alguma mudança. Eu conseguia conduzir a técnica, mas ainda estava aprendendo a estar completamente presente diante de tudo aquilo sem carregar comigo o que pertencia àquela pessoa.

Isso também levou tempo.

O que é meu é meu.O que é da pessoa é da pessoa.

Ao longo dos anos, passei por diferentes clínicas. Os atendimentos foram aumentando, as indicações continuaram chegando e minha estrutura foi acompanhando esse crescimento.

Até chegar à clínica que tenho hoje, com um espaço dedicado aos atendimentos e uma sala de Pilates.

Continuo dando pessoalmente algumas aulas de Pilates, em poucos horários, por escolha.

Mas foi a Microfisioterapia que se tornou o centro da minha atuação.

André de braços cruzados diante de dois quadros no consultório

Mais de 15 anos depois,eu ainda amo atender.

Quando passo um dia longe do consultório, sinto falta. Foi na Microfisioterapia que realmente me encontrei profissionalmente.

Hoje consigo realizar vinte, trinta atendimentos em uma semana e permanecer bem. Não porque aquilo que cada pessoa traz tenha se tornado menos importante, mas porque a experiência me ensinou a estar inteiro durante uma consulta sem precisar carregar aquela história comigo depois.

Ao longo dessa trajetória, foram mais de 17 mil atendimentos, com pessoas da minha região, de diferentes lugares do Brasil e também de fora do país.

Mas não é o número que mais me realiza.

É receber um caso complexo e tentar compreender aquilo que ainda não fez sentido. É receber uma mensagem de alguém contando o que mudou em sua vida. É perceber uma evolução e poder aumentar o intervalo entre as consultas.

E, principalmente, é poder dar alta.

Eu gosto de ver as pessoas chegando.Mas gosto ainda mais quando elas estão bem para seguir sem mim.

Quanto mais cedo isso puder acontecer de maneira adequada para aquela pessoa, mais gratificante é para mim.

Talvez seja justamente por isso que, depois de tantos anos, eu ainda goste tanto de entrar no consultório.

06 / QUANDO PROCURAR

Há momentos em que o corpocomeça a pedir atenção.

A Microfisioterapia pode ser procurada quando existem dores ou desconfortos físicos, sejam eles recentes, recorrentes ou persistentes; quando determinadas sensações aparecem repetidamente sem que a pessoa consiga compreender muito bem por quê; ou quando algo parece continuar incomodando mesmo depois de diferentes tentativas de cuidado.

Também chegam ao consultório pessoas que percebem mudanças no sono, disposição, tensão corporal, funcionamento digestivo ou outras respostas do organismo, assim como aquelas que atravessam períodos de estresse, ansiedade, medo, perdas, mudanças importantes ou situações emocionalmente difíceis e percebem que o corpo parece responder junto com aquilo que estão vivendo.

Em outros casos, existe um diagnóstico já conhecido. Em outros, exames não explicaram completamente aquilo que a pessoa sente. E há quem simplesmente perceba que não está se sentindo como antes, mesmo sem conseguir colocar isso em uma categoria específica.

E existem momentos em que a questão parece ir além de um sintoma. A pessoa tenta, muda, recomeça, faz de novo — e ainda assim tem a sensação de estar voltando sempre ao mesmo lugar. Situações que se repetem, respostas que parecem automáticas, caminhos diferentes que acabam levando a resultados parecidos.

É o que, dentro da minha abordagem, observo como padrões.

Padrões podem aparecer na forma como reagimos a determinadas situações, na maneira como atravessamos alguns momentos da vida ou na repetição de comportamentos e respostas que, muitas vezes, nem percebemos que estamos reproduzindo.

E nem sempre é preciso existir um sintoma aparente para procurar uma consulta.

Há pessoas que chegam simplesmente porque querem compreender melhor o próprio corpo e perceber como ele vem respondendo àquilo que vivem.

A ausência de um incômodo evidente não significa, dentro da maneira como conduzo meu trabalho, que não existam histórias, experiências ou padrões a serem observados. Às vezes, o interesse não nasce de algo que já está doendo ou incomodando, mas do desejo de olhar para o corpo antes que ele precise chamar atenção através de um sintoma.

Conhecer o corpo também é uma forma de cuidar dele.

Por isso, não penso a Microfisioterapia a partir de uma lista fechada de sintomas.

A pergunta não é apenas“o que você tem?”.

É o que o seu corpo vem tentandoexpressar através disso.

07 / CONTATO

Talvez o seu caso tambémtenha uma história que ainda não foi compreendida.

Se você chegou até aqui por indicação, por curiosidade ou porque já tentou diferentes caminhos, pode me contar o que está acontecendo.

O primeiro contato é também uma forma de entender se o meu trabalho faz sentido para você.

CONTESEU CASO

Pirassununga — SP